martes, 3 de febrero de 2009
lunes, 2 de febrero de 2009
Sobre autobuses... o autocarros
sábado, 31 de enero de 2009
jueves, 29 de enero de 2009
miércoles, 28 de enero de 2009
Gia
jueves, 22 de enero de 2009
De cumbres...
miércoles, 21 de enero de 2009
Se uma gaivota viesse...
martes, 20 de enero de 2009
Passam as horas...
Lisboa (hoje)domingo, 18 de enero de 2009
Gostava...
martes, 13 de enero de 2009
Casa de Fados
Isto é fado. Fado corrido, fado menor, fado Mouraria... É um exerto do filme 'Fados' do realizador espanhol Carlos Saura, que finalmente tive oportunidade de ver. Andava atrás deste filme há muito tempo; se calhar por três razões: uma porque gosto imensamente do fado (mesmo que eu não seja portuguesa), outra porque foi um filme muito polemizado cá em Portugal, e a terceira não a posso dizer :-).
Agora já percebo toda a polémica. Fiquei com pena de ver que este filme não mostra a realidade do Fado: o que foi o fado, o que é o fado, e o que vai ser o fado. E não vou falar dos artistas escolhidos para o mesmo: sem palavras... Fica aqui este exerto, um dos únicos que para mim valem a pena e que mostra a alma e a saudade do fado. Grandes Maria da Nazaré, Carminho, Ana Sofia Varela, Ricardo Ribeiro... Isto é fado!
viernes, 9 de enero de 2009
TVE Internacional: mirando al futuro (?)
jueves, 25 de diciembre de 2008
Palavras proibidas
em duas uma palavra.
Ficam sempre retalhas
as palavras que são ditas
para ser adivinhadas.
Porque o avesso das palavras
que em duas são divididas
é o eco distorcido
daquilo que não dizemos
das palavras proibidas.
Levou-te a noite e deixou-me
memorias inacabadas.
miércoles, 10 de diciembre de 2008
Calçots?
domingo, 7 de diciembre de 2008
As poucas palavras
Só isso: o céu azul, a sombra lisa,
o livro aberto.
E algumas palavras. Poucas,
ditas por acaso.
Eram contudo palavras de amor.
Não propriamente ditas,
antes adivinhadas. Ou só pressentidas.
Como folhas verdes de passagem.
Um verde, digamos, brilhante,
de laranjeiras.
Foi como se de repente chovesse:
as folhas, quero dizer, as palavras
brilharam. Não que fossem ditas,
mas eram de amor, embora só adivinhadas.
Por isso brilhavam. Como folhas
molhadas.
Eugénio de Andrade


